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Inédito no Estado, programa vai oferecer acolhimento a jovens de 18 a 21 anos

Prefeita Adriane Lopes (Patriota) assinando a implementação do Serviço de Acolhimento Institucional (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campo Grande) Prefeita Adriane Lopes (Patriota) assinando a implementação do Serviço de Acolhimento Institucional (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campo Grande)

Cidades

Serviço será para pessoas do sexo masculino, situação de vulnerabilidade e abandono e risco pessoal

Jovens do sexo masculino, entre 18 e 21 anos, em situação de vulnerabilidade e abandono, terão direito a moradia, por meio do Serviço de Acolhimento Institucional, implantado ontem (14) pela Prefeitura de Campo Grande. O programa é inédito em Mato Grosso do Sul e conta com a parceria da Associação Anglicana do Brasil.

“Sempre foi nosso questionamento o que fazer para que esses jovens continuassem recebendo nosso apoio. Foi então que pesquisamos e descobrimos essa modalidade de acolhimento, que é inédita em nosso Estado. Essa nova residência não é só mais um trabalho. São vidas que terão a oportunidade de serem transformadas”, disse a prefeita Adriane Lopes, durante o lançamento.

O secretário municipal de Assistência Social, José Mário Antunes desta a importância e agradece aos parceiros que ajudaram a tirar o projeto do papel. “Temos muito o que agradecer porque muitos jovens que saem de nossas unidades estão sem um objetivo e precisam de um acompanhamento do Poder Público, e é esse trabalho que a República irá oferecer”, pontuou.

Estrutura - O serviço vai oferecer apoio e moradia subsidiada para esses jovens em estado de abandono, situação de vulnerabilidade e risco pessoal, com vínculos familiares rompidos, que não tenham condições de moradia e de se sustentar.

O atendimento na República, realizado de forma cofinanciada, será destinado aos jovens  desligados de serviços de acolhimento para crianças e adolescentes ou em outra situação que demande este serviço. No total, a unidade disponibilizará dez vagas.

Também terá apoio na qualificação e inserção profissional e na construção de um projeto de vida.

Serão oferecidas quatro refeições diárias, acompanhamento por meio de coordenador, psicólogo, assistente social, cuidador social, além de auxiliares de serviços gerais.

A SAS conta com quatro unidades de acolhimento, oferecendo em média, 60 vagas para crianças e jovens, além das cinco entidades cofinanciadas que oferecem o mesmo serviço, totalizando mais de 100 vagas.

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