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"Temos que respeitar os poderes", diz Riedel sobre presidência da Assembleia

Eduardo Riedel (e) ao lado do governador Reinaldo Azambuja durante anuncio dos nomes para a transição - Crédito: Chico Ribeiro/Divulgação Eduardo Riedel (e) ao lado do governador Reinaldo Azambuja durante anuncio dos nomes para a transição - Crédito: Chico Ribeiro/Divulgação

O governador eleito Eduardo Riedel (PSDB) disse que acompanhará a formatação da próxima Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, porém, sem interferir, segundo ele, na composição. 

Em coletiva realizada na manhã de hoje (17/11) no receptivo do Governo, no Parque do Prosa, em Campo Grande, o próximo chefe do Executivo sul-mato-grossense afirmou que essa eleição é um trabalho dos deputados. 

“Temos que respeitar os poderes, a Assembleia tem uma discussão para fevereiro do ano que vem e como ocorre, os deputados estaduais eleitos vão discutir [sobre a próxima Mesa]. Vou acompanhar, mas eles vão tomar a decisão. É um poder independente e sabem mexer com isso”, relatou à imprensa. 

A posse dos parlamentares eleitos acontece em fevereiro do ano que vem e até lá, as ‘costuras’ serão realizadas pelos deputados.

O PSDB, mesmo partido do futuro governador, terá em 2022 a maior bancada da Casa com seis representantes. MDB e PT são as outras duas legendas numerosas, com três integrantes cada. 

Nos bastidores, o presidente da Unale (União Nacional de Legisladores e Legislativos), deputado estadual Lídio Lopes (Patriota) é apontado como nome forte para suceder o atual presidente Paulo Corrêa (PSDB). 

Mara Caseiro (PSDB), a mais votada para o cargo nas eleições deste ano, também se mostrou interessada na disputa pela cadeira. Atualmente ela atua como líder do governo no Assembleia. 
 

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