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Acusados pelo desvio no tapa-buracos pedem habeas corpus no Tribunal de Justiça

Presos na Operação Buraco Sem Fim, Mehdi, Rudi e Edivaldo pediram a revogação da prisão preventiva no TJMS (Foto: Arquivo) Presos na Operação Buraco Sem Fim, Mehdi, Rudi e Edivaldo pediram a revogação da prisão preventiva no TJMS (Foto: Arquivo)

O ex-secretário municipal de Infraestrutura, Rudi Fiorese, o ex-superintendente de Serviços Públicos, Mehdi Talayeh, e o ex-coordenador da operação tapa-buracos, Edivaldo Aquino Pereira, ingressaram com pedido de habeas corpus para revogar a prisão preventiva no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O pedido será analisado pelo desembargador Zaloar Murat Martins de Souza, presidente da 3ª Câmara Criminal.

Eles foram presos na última terça-feira (12) na Operação Buraco Sem Fim, que foi deflagrada pelo GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção), pela 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

O trio é acusado de integrar a organização criminosa estruturada para desviar recursos destinados à operação tapa-buracos. Quebra do sigilo telemático mostra que os pagamentos eram feitos com base nos acordos feitos do que pelo serviço efetivamente feito para acabar com a buraqu7eira nas ruas e avenidas de Campo Grande.

Até à noite de sexta-feira (15), o pedido de revogação da prisão não tinha sido analisado pelo desembargador.

Os contratos investigados superam R$ 113 milhões, que foram pagos à Construtora Rial, dos empresários Antônio Roberto Bittencourt Teixeira Pedrosa, o Peteca, e o filho, Antônio Bittencourt Jacques Pedrosa.

Apesar dos buracos terem aumentado no segundo mandato de Adriane Lopes (PP), houve aumento no repasse dos recursos para o serviço, conforme o Portal da Transparência. Ou seja, quanto mais a prefeitura pagava, mais buracos apareceram nas vias da Capital.

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