Policial

Polícia fará reprodução simulada de caso de mulher asfixiada

A reprodução simulada do feminicídio de Leise Aparecida Cruz, morta por asfixia no início deste mês em Anastácio, cidade localizada na região do Pantanal, pelo marido Edson Campos Delgado, foi adiada por falta do laudo pericial.

Segundo o site Campo Grande News, o procedimento estava inicialmente previsto para esta segunda-feira, dia 16 de março, mas foi remarcado para quinta-feira (19). A realização ainda depende da entrega do documento pelos peritos e da análise de imagens de câmeras de segurança.

Conforme a Polícia Civil, a reprodução só ocorrerá quando todos os elementos técnicos estiverem disponíveis. Caso o laudo não fique pronto até a nova data, o procedimento deverá ser transferido para a próxima semana.

Leise Aparecida Cruz foi encontrada morta dentro de casa na noite de 6 de março, na Rua Professora Cleusa Batista. Segundo as investigações, familiares receberam, pela manhã, uma mensagem enviada do celular da vítima por meio do WhatsApp, o que inicialmente afastou suspeitas.

Apenas por volta das 23 horas, Edson comunicou que a mulher estava passando mal e que havia acionado socorro. Pouco depois, afirmou que a levaria ao hospital e, às 1h58 da madrugada, informou aos parentes que ela havia morrido.

A suspeita de morte violenta surgiu após análise preliminar do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), que identificou sinais de asfixia. Diante das evidências, o homem acabou confessando o crime. A reprodução simulada é considerada uma etapa importante para esclarecer a dinâmica dos fatos e consolidar as provas do caso.

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