Política

Deputado Lídio Lopes pode se tornar uma terceira via na disputa pelo governo de MS

Com a aproximação das convenções e mudanças de cenário político, partidos pequenos se movimentam na capital em busca de espaço para  pré-candidatos.

Segundo informações de articuladores desses partidos, o nome do Deputado Lídio Lopes vem de encontro com o anseio da população.

Numa eventual desistência ou impossibilidade de Puccinelli (MDB) disputar o governo do Estado, o deputado estadual Lídio Lopes (Patriota) pode ser uma opção,  por ser um nome de consenso entre o grupo do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad e também do MDB.

Lídio, que é presidente estadual do Patriota, obteve um crescimento expressivo no interior, juntamente com o seu mandato, além de obter o apoio do segmento evangélico em torno da sua candidatura.

Somando esses fatores, Lídio poderia se tornar uma terceira via na disputa pela cadeira do executivo estadual, enfrentando o atual Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-juiz Odilon de Oliveira (PDT).

Nascido em Iguatemi (MS), filho de João Francisco Lopes, mais conhecido como Seu Nenito, e de Lenira Amélia Nogueira Lopes, numa família de 11 irmãos. Casado com a Advogada Adriane Barbosa Lopes, atual vice-prefeita de Campo Grande, com quem tem dois filhos: Matheus e Bruno.

De família humilde, com 9 anos começou a trabalhar como engraxate, depois pichador de taco e posteriormente foi o primeiro mensageiro do Posto Telefônico de Iguatemi, de onde saiu para estudar, vindo então para Campo Grande.

É advogado, funcionário efetivo do TCE/MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul) desde 1994, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missões, onde exerceu a função de Presidente da Umadecamp (União de Mocidade das Assembleias de Deus em Campo Grande) e presidente da Umadems (União de Mocidade das Assembleias de Deus no Estado Mato Grosso do Sul).

Desde menino sempre teve interesse pela política, iniciando suas participações eletivas quando disputou e venceu as eleições para presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito de Dourados, o que o estimulou a participar das eleições municipais como candidato a vereador, sendo um dos mais votados naquele pleito, mas não ocupou o cargo devido a legenda. Em 2006 concorreu a uma vaga de deputado estadual ficando como suplente. Em 2008 concorreu a uma das 21 vagas de vereador por Campo Grande, sendo eleito com quase 7 mil votos.

Na Câmara de Vereadores ocupou o cargo na Mesa Diretora como vice-presidente, foi o presidente da Comissão Especial de Revisão da Lei Orgânica do Município de Campo Grande e do Regimento Interno, além de membro da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final) e vice-presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito. Em 2010 se candidatou novamente a deputado estadual, conquistando quase 19 mil votos, ficando como 1º suplente, onde assumiu a cadeira em fevereiro de 2013.

Em 2014 foi reeleito em 1º lugar na chapa. Na Assembleia Legislativa foi Presidente da CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Redação e Presidente da Comissão de Trabalho, Cidadania e Direitos Humanos, além de ser o Deputado Coordenador da Fenacria – Frente Parlamentar de Mobilização Nacional PRÓ- Criança e Adolescente, para o Centro Oeste.

O parlamentar pauta seu mandato em realizar projetos sociais voltados para atendimento às famílias carentes, bem como na defesa das crianças, adolescente e jovens e principalmente da estruturação da família.

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